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Complicações após injeções de polimetilmetacrilato (PMMA)

Artigo publicado em Maio de 2008 na “Plastic and Reconstructive Surgery” - Revista Científica mais importante na área de cirurgia plástica

Autores: Dra. Alessandra Grassi Salles, Dra. Priscilla Helena Lotierzo, Prof. Dr. Rolf Gemperli, Dr. Júlio Morais Besteiro, Dr. Luís Carlos Ishida, Dr. Rodrigo Gimenez, Dr. Jorge Menezes, Prof. Dr. Marcus Castro Ferreira.  

Durante os últimos 15 anos, o polimetilmetacrilato (PMMA), tem sido utilizado como um preenchimento sintético permanente em diversas áreas da face e do corpo.

 

Este artigo relata 32 casos de complicações observados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

 

A idade média dos pacientes foi de 43 anos (variando entre 22 a 70 anos). Vinte e cinco pacientes eram mulheres. Dezesseis procedimentos de preenchimento foram realizados por cirurgiões plásticos certificados, nove por dermatologistas, dois por urologistas e um por não-médico. As complicações foram classificadas em cinco grupos de acordo com a apresentação principal. Grupo I- necrose tecidual (cinco casos), complicação aguda que pode estar relacionada a erros técnicos, mas também dependente de fatores do paciente ou ser causada por infecção local; Grupo II- granuloma (10 casos), complicação subaguda, se manifesta como nódulo aparente ou palpável com início  de  6 a 12 meses após o procedimento; Grupo III-reações inflamatórias crônicas (10 casos), geralmente aparecem anos após o preenchimento, podem estar relacionadas a um evento desencadeante, como outra operação ou infecção na área que foi injetada (essas reações são de origem imunogênica e podem ter períodos cíclicos de ativação e remissão); Grupo IV- reação inflamatória crônica nos lábios (seis casos), pode estar presente com sintomas graves, especialmente com linfedema, por causa da mobilidade do lábio; Grupo V -infecções (um caso) complicação de início agudo com hiperemia , inchaço e saída de secreção no local.

CONCLUSÕES:

As complicações causadas pelo preenchimento permanente à base de polimetilmetacrilato (PMMA) são raras porém, muitas vezes, graves e difíceis, ou mesmo, impossíveis de tratar. Diretrizes de segurança devem ser observadas quando se considerar o uso de polimetilmetacrilato (PMMA) para aumento de por exemplo lábios, glúteos e pernas.

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Artigo publicado em Setembro de 2008 na “Aesthetic and Reconstructive Surgery” - Revista Científica de grande importância científica na área de cirurgia plástica estética

Autores:  Dra. Priscilla Lotierzo, Dra. Alessandra Grassi Salles,             Dr. Rodrigo Gimenez, Dra. Cristina Pires de Camargo, Prof. Dr. Marcus Castro Ferreira

Estudo realizado pelo Departamento de Cirurgia Plástica, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil.

Objetivo

Avaliação do implante de ácido poli-L-láctico (PLA) para tratamento do sulco nasolabial

O sulco nasolabial se extende da lateral do nariz até o canto da boca, de cada lado do rosto. Com o envelhecimento, o sulco pode se tornar profundo e indesejado, formando o popularmente conhecido “bigode chinês”.

A busca pelo preenchimento ideal é contínua. E, como o envelhecimento é um processo natural e dinâmico no organismo, preenchimentos temporários trazem melhores resultados do que permanentes. O preenchimento de ácido poli-L-láctico (PLLA) é comercializado na Europa, desde 1999, com o nome de Newfill.  O componente químico PLLA  também tem sido usado para fazer fios de sutura por que causa poucas reações adversas nos tecidos. Em 2004, a Food and Drug Administration dos EUA aprovou o PLLA sob o nome de Sculptra para o tratamento da lipoatrofia facial relacionada com o vírus da imunodeficiência humana.

Nosso estudo, conduzido entre outubro de 2003 e fevereiro de 2004, teve como objetivo avaliar o efeito da injeção de  PLLA  para o tratamento do sulco nasolabial. Foram tratadas 10 mulheres com idade média de 54 anos (intervalo, 43-60 anos) na área do sulco nasolabial por razões estéticas. Todas as pacientes foram submetidos a três injeções com intervalo de 1 mês entre cada sessão. A avaliação dos resultados baseou-se no exame clínico e na fotografia e, foi realizada em cada sessão de tratamento, aos 6 meses e depois, 36 meses após a terceira sessão. O PLLA injetável foi capaz de corrigir sulcos nasolabiais com sucesso com um resultado mais duradouro do que os preenchimentos absorvíveis comumente usados ​​na prática clínica, como ácido hialurônico e colágeno.

 

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Avaliação da Durabilidade de Preenchimento de Ácido Hialurônico com Ultra-Som Facial

Artigo Publicado em 2009 na Revista Científica “Arquivos Catarinenses de Medicina”, da Sociedade Catarinense de Medicina

Autores: Dra. Alessandra Grassi Salles, Dra. Adelina Fátima do Nascimento Remigio, Dr. Osmar de Cássio Saito, Dra. Cristina pires Camargo, Dra. Valéria Berton Zacchi, Dra. Priscilla Lotierzo Saito e Prof. Dr. Marcus Castro Ferreira.

Poucos estudos científicos comprovam a durabilidade dos produtos de preenchimentos disponíveis.

Este artigo compara a durabilidade de duas fórmulas de ácido hialurônico no preenchimento de sulco naso-geniano, por ultra-som e avaliação subjetiva. Métodos: O Grupo A, foi tratado com fórmula antiga, enquanto grupo B, com a modificada. A avaliação foi realizada antes, após três e seis meses. Resultados: O grupo A apresentou diminuição de 11,1% da espessura aos 6 meses comparado à média aos 3 meses, enquanto no grupo B foi de 3%. A satisfação foi maior no grupo B.

Conclusões: O ultra-som foi eficiente, objetivo e não invasivo na avaliação da durabilidade de preenchimentos, sendo necessária correlação clínica. Demonstrou-se a permanência do ácido hialurônico avaliado 6 meses após injeção no sulco naso-geniano, maior no grupo tratado com a fórmula modificada.

 

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CRM/SP 100766

Cirurgiã plástica, graduada

pela USP, com residência em Cirurgia Plástica e Cosmiatria

 no Hospital das Clínicas da FMUSP

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Priscilla Lotierzo é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

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